Bom, vamos lá. Hoje me escrevo em retrato, já em outro estado, sentada com uma camiseta masculina dos Beaves and Butt-Head e entre uma frase nesse texto, umas tragadas e uma olhada para o filme, me rascunho, (agora com amendoins), sem muita pretensão. Nesses últimos dias me censurei, por não saber fazer singelas despedidas. No fim são as pessoas que despedem-se de mim. Ensaiei palavras ásperas ou fora da realidade para ilustrar aqui uma mentira. Fica tranquilo, aqui não há mentiras. Coloquei um som agora. Sabe que não ficaremos só e tão pouco esquecemos de nós. Estranha essa vida, não? Sempre cheios de convicção e confiança a gente vai levando, levamos. Estranho também essa coisa de destino, né? Será que vai ser assim? Enfim, que caia purpurina em todo mundo. Me imaginei agora jogando purpurina para o alto como meu último momento, como se fosse a minha morte. Fiz um pedido essa semana. Não posso comer pera até o dia 19 de março do ano que vem. Ah...