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Mostrando postagens de julho, 2012

Amor x Filosofia

Platão = Amor Platônico = Ideal Marx = Amor Marxista = Revolucionário Bakunin = Amor Bakuniano = Amor sem poder Kafka = Amor Kafkaniano = Amor Metamorfose Bukowski = Amor Bukowskiano = Amor obsceno

Amarello amor

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Texto de Carolina Ferraz. Gostei e recomendo! O que existe além do que já foi dito sobre o amor? Toda minha vida pautada em amores que tive ou gostaria de ter Falando sobre os que tive, também não tenho muito que dizer. Amei e fui muito bem amada. Mas foi um amor, um único amor, que veio cruzou minha vida, tocou minha alma e ficou  marcado em minha pele. Todos nos carregamos com nós uma história. Aquela que só nos atrevemos a lembrar, quando durante a noite no escuro, enconstamos  nossas cabeças no travesseiro e o silêncio cala fundo. Não importam os anos, certas coisas simplesmente permanecem. Mas então, numa quinta-feira a tarde de um ano qualquer, tropeçamos nesse amor já  supostamente esquecido. Percebemos que amor igual não há e que aquela pessoa continua e continuará a ser  nossa referência afetiva mais sincera e profunda. Não é doença nem obsessão. Aliás não e nada, só amor. Amor dos bons, daqueles que  são únicos e maravilhosos,...

Sigur Ros

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Esse clipe é incrível ao retratar um casal, que ao mesmo tempo se fazem bem e mal. Que podem se amar e odiar. Enfim, o paradoxo do relacionamento. Vale super a pena aumentar o som e mergulhar de cabeça no clipe abaixo.  PS: Se no youtube tiver fora do ar, em razão das cenas de nudismo, tem o link abaixo. http://www.themill.com/work/sigur-ros-fjogur-piano.aspx

Ah! o amor...

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"O amor é uma espécie de preconceito. A gente ama o que precisa, ama o que faz sentir bem, ama o que é conveniente. Como pode dizer que ama uma pessoa quando há dez mil outras no mundo que você amaria mais se conhecesse? Mas a gente nunca conhece" Charles Bukowski

Glub...glub...

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Queria que meu cérebro fosse igual ao de um peixe, do tamanho de uma pedrinha, capaz de não lembrar da dor e agonia de ser fisgado.
"Curto mais o caminho do que o destino" Dito por um  espermatozoide

Pablo Neruda - Se sou amado

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Primeiras Páginas #02

#02 Sem saber ao certo como reagir, uma vez que, era impossível não relembrar tudo o que tiveram e por mais forte que fosse a vontade de correr e abraçar Alberto intensamente, Manu se conteve, colocou os óculos escuros e subiu a rua em prantos. Caminhou desajeitada em meio às pessoas, com a sensação de estar fazendo algo errado. — MANU ESPERE! — gritou Alberto. Ela olha para trás e acelera o passo, agora de fato, fugindo de uma pseudo cena frustrante em sua vida. Beto conseguiu alcança-la e a puxou pelo braço com força. E lá estava ele de frente com Manu, o coração apertado e os instintos indefinidos. Por algum tempo, achou tudo patético, quis solta-la e esquecer aquele dia, mas não teve tempo de reagir. Ela se soltou e atravessou a rua com tanta pressa que não viu o carro. Em pouco tempo, havia uma multidão em volta do corpo estendido na rua. A sirene da ambulância e a rapidez dos paramédicos denunciavam entre linhas que a situação é grave. B...

Primeiras páginas #01

Talvez vire um livro particular, garanto que há algumas continuações e até o momento um fim indefinido. Então vamos ao texto.... #01 Ela entrou na galeria indo à livraria, parou de costas para a rua movimentada cheia de bares, cinemas e lojas alternativas de moda, procurava delicadamente algum livro de seu interesse. Nesse momento cinco rapazes desciam a rua rindo até escolherem um bar, pediram uma cerveja e Alberto sentou bem na ponta da mesa na calçada, onde tinha visão privilegiada da circulação da galeria. Foi quando ao vê-la de costas, notou ansiedade e simpatia em seu peito. Parecia ser amor à primeira vista.  Ela estava com vestido vermelho bem verão, cabelos castanhos claros na altura do ombro, tinha a pele levemente iluminada e gesticulava com o vendedor, agora com o livro na mão. Há muito tempo que Alberto não interessara por alguma mulher, muito menos de costas. Sentiu uma vontade de fingir a compra de um livro e conversar com aquela moça. A...

20/04/2012 - Algum lugar

20/4/2012 – Em algum quarto de algum lugar A porta fechou-se delicadamente. Levou com ela algumas garrafas de pinga, vodka e whisky. Tinha no bolso um saquinho de pão escrito à mão “crazy heart” com alguns doces e balas coloridas. Em frente à porta fechada podia ver todo o quarto. Duas prateleiras vazias, no qual aproveitou para colocar as bebidas. Uma cama de solteiro com um cobertor dobrado em cima do travesseiro. Ao lado da cama um pequeno criado mudo com um abajur de luz amarela e nenhuma janela. Olhou para trás e pensou se deveria trancar a porta. Optou por não fazer nada. Estava mais interessada em experimentar a bala rosa. Sentou ao pé da cama com o “crazy heart” e levou o saquinho bem próximo ao seu rosto e com um olho examinou o que tinha lá dentro. Enxergou a bala rosa e tratou de pegá-la com cuidado para que não escapasse de seus dedos. Abriu a primeira garrafa que estava na ponta da prateleira. Era vodka. Deu um gole e imediatamente sentiu um amargo de dar arre...
Relacionamentos são como jogos, um tem sorte e o outro azar! Quando acabar, um terá a sorte de amar novamente, o outro o azar de não esquecer.

Daytripper

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Desenho de: Brunna Jonhsson Tela de: Izziyana Suhaimi's   Aos 89 anos ele havia se apaixonado 274 vezes. Para cada mulher o famoso artista pintara um quadro. Os críticos eram unânimes no louvor ao pintor, mas não compreendiam o simples fato de todas as suas telas chamarem-se "LOLA".  Porém, se você fosse a uma exposição entenderia o que diziam todas as LOLAS. "Não importa quantas mulheres você veja, estará sempre pensando em uma" Fragmento do livro em HQ, Daytripper de Fábio Moon e Gabriel Bá.

Vamos viver a vida!

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00:56 de uma segunda-feira mal começada.  Enquanto todos dormem aqui em casa, reflito sobre o que seria viver a vida e lembrei desta foto que tirei recentemente de dentro do meu carro.  Coloquei minhas duas mãos no teto e disse: - contorne a minha mão - mas aqui?  - é, aqui Não lembro exatamente o que pensava nesse momento, mas senti que foi um dos momentos, no qual vivi a vida. No final, lá estava a frase que escreveu. "That's the life" UPDATE: O certo seria "that's life, mas em razão do alto nível de substâncias orgânicas obtida da fermentação de açucares no sangue, ficou assim e permanecerá assim =) Então posso, por enquanto, afirmar que viver a vida é: "Tomar atitudes no presente que farão a diferença no futuro".